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Hotel Franschhoek - Hotéis em Franschhoek

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Franschhoek hotels

Hotels in Franschhoek

Franschhoek cheap hotels
pics by Panoramio: ralph pina, Graham Hobbs, Graham Hobbs



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Os nossos hotéis favoritos em Franschhoek


Le Franschhoek Hotel & Spa em Minor Rd, Franschhoek, 7690, frica Do Sul Le Franschhoek Hotel & Spa
Minor Rd, Franschhoek
Comentários: 9.25. A partir de ZAR 1420.00


La Fontaine Guest House em 21 Dirkie Uys Street , Franschhoek, 7690, frica Do Sul La Fontaine Guest House
21 Dirkie Uys Street , Franschhoek
Comentários: 8.90. A partir de ZAR 700.00


Val D' Or Estate em R45, Main Road, Franschhoek, 7690, frica Do Sul Val D' Or Estate
R45, Main Road, Franschhoek
Comentários: 8.82. A partir de ZAR 500.00


Kruger House Guest Cottages em 14 Kruger Street, Franschhoek , 7690, frica Do Sul Kruger House Guest Cottages
14 Kruger Street, Franschhoek
Comentários: 9.75. A partir de ZAR 1700.00


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Hotéis Franschhoek - Sobre Franschhoek


Franschhoek é uma cidade da África do Sul, situada na província de Cabo Ocidental a cerca de 50 quilómetros da Cidade do Cabo.

.



No século XVII, o governador Simon van der Stel tinha insistido junto da Companhia das Índias Orientais para que lhe fosse fornecidos especialistas em vinhedos e oliveiras com o fim de cultivar as terras ricas em aluviões. A referida companhia aceitou o seu pedido e a 31 de Dezembro de 1687, um primeiro navio transportando refugiados huguenotes de origens francesas deixaram os Países Baixos e partiram para a Cidade do Cabo. Estes huguenotes encontravam-se nos Países Baixos devido à revogação do Édito de Nantes por Luís XIV de França. A companhia oferecia-lhes um pecúlio e uma terra para cultivar na África do Sul por cinco anos no mínimo.

Ao fim de uma viagem que durou três meses, durante o qual muitos pereceram, 176 huguenotes desembarcaram na Cidade do Cabo durante o primeiro trimestre de 1688. A 20 de Março de 1688 o navio Berg Chinatransportando mais alguns huguenotes deixou os Países Baixos e partiu para a Cidade do Cabo. Ao todo, perto de 277 huguenotes instalaram-se na então colónia neerlandesa.

O governador Van der Stel tinha-lhes reservado terras no vale de Olifantshoek rapidamente rebatizado para Franschhoek (literalmente: «o canto dos franceses» em língua africâner) com o fim de os franceses pudessem aí desenvolver a cultura da vinha.

O reverendo Pierre Simond tentou em vão preservar o uso da língua francesa contestando a política de assimilação do governador. . Ele tentou sem sucesso em 1689 que o culto pudesse ser praticado em língua francesa.Uma geração mais tarde, a assimilação foi concluída e não existia nenhum francófono na colónia.

A cultura da vinha desenvolveu-se em Franschhoek e em todo o vale do Drakenstein graças aos esforços dos huguenotes franceses

Segundo o reverendo Bossie Minnaar no artigo L'héritage huguenot, une bonne affaire, p 54 da revista Ulysse n°120, Novembro-Dezembro de 2007 até aos anos 80 " a pequena cidade era inteiramente povoada por pessoas falando a língua africâner, existindo apenas 3 famílias de língua inglesa e um negro".

A partir dos anos 90, numerosas quintas foram recuperadas por fundos de investimento e por pessoas de de origem europeia, especialmente ingleses e franceses. Assim não admira que na actualidade cerca de 11% da população seja anglófona.

Numerosos nomes de família franceses subsistem na região (du Toit, Marais, du Plessis, Malan, Malherbe, Joubert). É por esse motivo que a maior parte das quintas e domínios vitícolas do vale têm nomes de consonância francesa (Chamonix, l'Ormarins, l'Abri).

Desde 2000, Franschhoek faz parte do município de Stellenbosch.



A uma hora de carro da Cidade do Cabo, Franschhoek é uma localidade africâner calma e próspera que dá aos visitantes a possibilidade de degustar uma vasta gama de vinhos para acompanhar a cozinha francesa refinada e de visitar soberbos domínios vinícolas como o de Boschendal.

O burgo é composto por uma rua principal possuindo o memorial e o museu dedicado aos huguenote (Hugenoot Museum) que recebe cerca de 60.000 visitantes por ano (40% são franceses). O museu é também um centro de pesquisa genealógica. Muito perto fica o velho cemitério que abriga sepulturas de huguenotes e seus descendentes.

Apesar de a língua francesa não ser aí falada, numerosas indicações em língua francesa na cidade chamam à atenção para a influência dos huguenotes, em especial no domínio vinícola.



Franschhoek é uma cidade da África do Sul, situada na província de Cabo Ocidental a cerca de 50 quilómetros da Cidade do Cabo.

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No século XVII, o governador Simon van der Stel tinha insistido junto da Companhia das Índias Orientais para que lhe fosse fornecidos especialistas em vinhedos e oliveiras com o fim de cultivar as terras ricas em aluviões. A referida companhia aceitou o seu pedido e a 31 de Dezembro de 1687, um primeiro navio transportando refugiados huguenotes de origens francesas deixaram os Países Baixos e partiram para a Cidade do Cabo. Estes huguenotes encontravam-se nos Países Baixos devido à revogação do Édito de Nantes por Luís XIV de França. A companhia oferecia-lhes um pecúlio e uma terra para cultivar na África do Sul por cinco anos no mínimo.

Ao fim de uma viagem que durou três meses, durante o qual muitos pereceram, 176 huguenotes desembarcaram na Cidade do Cabo durante o primeiro trimestre de 1688. A 20 de Março de 1688 o navio Berg Chinatransportando mais alguns huguenotes deixou os Países Baixos e partiu para a Cidade do Cabo. Ao todo, perto de 277 huguenotes instalaram-se na então colónia neerlandesa.

O governador Van der Stel tinha-lhes reservado terras no vale de Olifantshoek rapidamente rebatizado para franschhoek (literalmente: «o canto dos franceses» em língua africâner) com o fim de os franceses pudessem aí desenvolver a cultura da vinha.

O reverendo Pierre Simond tentou em vão preservar o uso da língua francesa contestando a política de assimilação do governador. . Ele tentou sem sucesso em 1689 que o culto pudesse ser praticado em língua francesa.Uma geração mais tarde, a assimilação foi concluída e não existia nenhum francófono na colónia.

A cultura da vinha desenvolveu-se em franschhoek e em todo o vale do Drakenstein graças aos esforços dos huguenotes franceses

Segundo o reverendo Bossie Minnaar no artigo L'héritage huguenot, une bonne affaire, p 54 da revista Ulysse n°120, Novembro-Dezembro de 2007 até aos anos 80 " a pequena cidade era inteiramente povoada por pessoas falando a língua africâner, existindo apenas 3 famílias de língua inglesa e um negro".

A partir dos anos 90, numerosas quintas foram recuperadas por fundos de investimento e por pessoas de de origem europeia, especialmente ingleses e franceses. Assim não admira que na actualidade cerca de 11% da população seja anglófona.

Numerosos nomes de família franceses subsistem na região (du Toit, Marais, du Plessis, Malan, Malherbe, Joubert). É por esse motivo que a maior parte das quintas e domínios vitícolas do vale têm nomes de consonância francesa (Chamonix, l'Ormarins, l'Abri).

Desde 2000, Franschhoek faz parte do município de Stellenbosch.



A uma hora de carro da Cidade do Cabo, franschhoek é uma localidade africâner calma e próspera que dá aos visitantes a possibilidade de degustar uma vasta gama de vinhos para acompanhar a cozinha francesa refinada e de visitar soberbos domínios vinícolas como o de Boschendal.

O burgo é composto por uma rua principal possuindo o memorial e o museu dedicado aos huguenote (Hugenoot Museum) que recebe cerca de 60.000 visitantes por ano (40% são franceses). O museu é também um centro de pesquisa genealógica. Muito perto fica o velho cemitério que abriga sepulturas de huguenotes e seus descendentes.

Apesar de a língua francesa não ser aí falada, numerosas indicações em língua francesa na cidade chamam à atenção para a influência dos huguenotes, em especial no domínio vinícola.



FranschhoekFranschhoek


Fonte: CIA Factbook, Wikipedia


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